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Gaspard Levesque
Sage
Avafundsage
Informações
Nome Completo Gaspard Levesque
Nascimento xx de xxxx de 14xx
Varinha Varinha
Habilidades Especiais Nome do Fundador
Sangue 5
Família Norte
Hobbies Vermelho e Dourado


Sem muitos diferenciais em sua infância, vivendo uma vida tranqüila e típica de um bruxo, Gaspard cresceu em uma afastada e calma área de Paris habitada, quase em sua totalidade, por humanos dotados dos mesmos poderes que ele, seus pais e mais um adicional de oito irmãos. Nascera de um parto difícil, o que quase levou a mãe à morte, depois de já ter concebido todos os outros filhos. Mas esquecendo-se de tal fato pode-se dizer que até que completasse a idade necessária para ingressar em um curso especial para bruxos nunca fez, vivenciou ou participou de qualquer coisa considerada anormal.

Quando alcançou seus onze anos, pôde sair de casa e viver uma experiência grandiosa no Centro Estudantil Bruxo de Paris, onde conheceu três formidáveis pessoas, as quais em um futuro um tanto quanto distante se tornariam os fundadores da primeira dita escola de magia francesa. Mas até que chegasse ao terceiro ano de estudo não descobriu algo de diferente e singular que possuía que o diferenciava de quaisquer dos demais alunos de tal instituo de ensino. Não era apenas o fato de comer livros e de passar a maior parte de seu tempo na biblioteca. Não era apenas porque conseguia obter o total em todas as matérias - à exceção de defesa contra as artes das trevas - ou muito menos por se um grande contador de histórias, enturmado, extrovertido e festeiro.

Tudo começou quando estava em uma aula de feitiços, o professor ordenara que todos tentassem aprimorar o uso do Wingardium Leviosa, não mais sendo testado em penas ou pequenos objetos, porém sim em grandes e pesadas pedras, de modo que, o próximo passo seria tentar neles próprios. De fato um Levesque cheio de si já havia cantado sua vitória quando girou a varinha no movimento súbito e a esticou sibilando as duas palavras mágicas ensinadas pelo professor. Entretanto, a magia não parecia funcionar. A pedra subia pouco mais de um centímetro e tornava a se lançar ao chão. E tal fato se repetiu por várias vezes consecutivas até que ele cansou-se de tentar e por fim desistiu, lançando a varinha no chão.

Seus olhos se encheram de grande ódio e fitaram a pedra com desgosto. Ele se remoia com raiva por ser o primeiro feitiço que não conseguiu executar perfeitamente em sua primeira tentativa. Não era de se reclamar do resultado que havia obtido, visto que nenhum dos outros alunos conseguira retirar a pedra do chão; mesmo assim culpava a si próprio, o que fazia um sentimento obscuro e raivoso aumentar em seu interior. Os olhos ainda grudados à pedra causaram uma estranha reação, tanto no garoto, quanto no objeto. Sem ao menos dizer uma palavra mágica, encantamento ou usufruir do uso de sua varinha viu a pedra explodir, desmaterializando-se de imediato em sua frente. Todos ficaram atônitos e ali foi descoberto um grande poder.

Gaspard, com ajuda de vários professores, desenvolveu seu descoberto poder mental. O garoto ficava, durante horas, trancafiado em salas de modo que os tutores pudessem não só ensiná-lo como também estudá-lo, visto que seus poderes ultrapassavam todos os simples poderes telecinéticos e psíquicos que os mestres possuíam. Agora, seu cérebro não era mais apenas uma fonte de grande sabedoria, mas também sua maior arma. Claro que o uso da varinha nunca fora dispensado e era demasiadamente necessário, porém a mente, aos poucos, substituía algumas magias e até as tornava mais poderosas do que quando executadas com aquele – já então simples e praticamente obsoleto - objeto de madeira.

Levesque começava a ficar mais poderoso quando não só os seus estudos, mas também de todos os demais alunos do Centro, foram interrompidos devidos aos grandes movimentos da igreja da época contra aquela classe humana que deixava de ser amigável e inofensiva aos trouxas. Havia se tornado perigoso ser um bruxo, mesmo que nunca usasse a magia e poder que possuía para o mal. Deixou então a escola e refugiou-se na Inglaterra, onde a proteção aos bruxos era maior e onde poderia dar prosseguimento aos seus estudos e desenvolver ainda mais aquele tão precioso dom que havia recebido. Por lá na Inglaterra ele ficou, se fartando cada vez mais de poder e habilidade, e, acabou por se tornar um altamente reconhecido bruxo, não somente pelo poder mental, mas pelos livros que acabou por escrever a respeito daquela arte.

Ele então iniciara a construir sua vida na Inglaterra, vivendo de se alimentar dos livros e escrevê-los durante o dia - ao mesmo tempo em que treinava feitiços psicocinéticos -, por se entregar à boêmia vida durante a noite. Era apenas o sol dar lugar à lua para que se entregasse à sua paixão de sentar-se em uma cadeira em tabernas variadas, escutar uma boa música, deliciar-se com comes e bebes e apreciar assuntos randômicos em rodas masculinas; e não só isso, como também gostava de se portar como contador de histórias e declamador de poesias, quando a madrugava já mostrava sua face, de modo a entreter os amigos e companheiros das longas noitadas. E não é preciso comentar quão prolongados eram os aplausos ao findar da noite.

Certo dia Gaspard foi notificado sobre a possível organização de uma nova escola bruxa em sua terra natal, a França. Amante dos livros e de uma boa educação, nunca poderia ser somente um espectador da tão apreciada idéia, ainda mais por haver descoberto que a idealizadora do novo projeto era uma antiga colega de escola e companheira de estudos no Centro de Paris. Partira então de malas feitas para a antiga terra, onde começou a mobilizar a sociedade intelectual da época buscando maiores influências para a concretização do sonho educacional: escritores, pintores, escultores e demais classes de artistas, todos se juntaram e unidos fizeram manifestos junto ao Ministério da Magia, exigindo a aprovação da proposta feita por Artèmise Mandeville.

Finalmente a idéia foi aprovada pelo Ministro, e ele, juntamente com os três grandes bruxos que haviam estudado contemporaneamente no mesmo instituto, solicitou a eles que organizassem a nova escola, que teria por nome, mais tarde, Beauxbatons. A cargo de Gaspard ficou a proteção do castelo, de modo a evitar qualquer tipo de aproximação trouxa. Louis sabia que ele possuía poderes mentais suficientes para elaborar - juntamente com da varinha - campos de proteção que tornassem o castelo invisível perante qualquer um que não fosse trouxa, assim, problemas como o da Inquisição seriam evitados e garantiriam ensino com segurança à nova geração de magos que surgia por toda a França; assim como também fora responsável por planejar, montar e organizar tanto a biblioteca quanto o anfiteatro da escola, sua última idéia. Tratou de equipar a primeira com os mais diversos e ricos livros que havia na época, sendo praticamente impossível achar um tema para o qual não houvesse um exemplar disponível na mesma; no segundo, programou os mais diversos espetáculos quando era vivo, onde sempre tinha um lugar para declamar suas poesias e contar seus contos aos alunos quando sentia vontade.

Depois de ter cumprido com seu papel, garantido a proteção do castelo e tomando conta de outras partes do castelo, Gaspard se reuniu com os demais bruxos que trabalhavam para erguer a escola. Eles fundariam quatro casas que herdariam suas características e acolheriam seus alunos. Gaspard Levesque nomeou a sua como sendo a casa Sage, sendo sua origem vinda da palavra sabedoria. Nessa casa os amantes dos livros, como ele, ficariam confortáveis e à vontade, se sentiriam literalmente em casa. Criou então o local onde passariam a maior parte de seu tempo, escolhendo uma das torres do castelo para abrigar o refúgio dos pequenos intelectuais. Construiu então o mais aconchegante dos salões comunais e o selou magicamente, garantindo que apenas a senha correta liberasse a passagem. Feito isso, administrou a escola até que sua saúde não mais lhe permitiu.

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