FANDOM


Noble
Just Noble
Nb
Dados históricos
Fundador Bernard Huntington
Fantasma Eléanore Beauchamp
Professora-Chefa Clarissa Dalloway
Monitora Alethea Blanchard
Taças Campeonato de Casas 5
Torre Norte
Cores Vermelho e Dourado
Uniforme de Quadribol Vermelho


Transgressores, os nobleanos têm uma lealdade sem igual para com seus companheiros – mesmo aqueles com os quais não simpatizam muito. Sua audácia faz com que a coragem muitas vezes suprima o senso de autopreservação, o que os coloca em risco mais vezes que outros estudantes. A liberalidade também é uma característica comum aos alunos. Pouquíssimos se dão ao trabalho de exprimir preconceitos e julgamentos antecipados – ao menos entre os seus. Animados e desinibidos, até os mais tímidos têm um lado arroz-de-festa, fazendo o possível para animar seus colegas e até mesmo os outros alunos, mesmo nas piores situações. Para qualquer evento, legal ou ilegal, pode-se contar com a participação vermelha.


O próprio vermelho também faz questão de marcar presença na casa cereja: Por mais que tentem se esconder – principalmente dos olhos da diretoria e monitoria –, a grande maioria dos vermelhos não se importa em se exprimir com frases de duplo-sentido, ações de duplo-sentido e até mesmo estudantes de duplo-sentido. Auto-suficientes e levemente egocêntricos, confiam em suas habilidades para deixá-las ainda mais externadas e, claro, intimidar os outros e elevar a auto-estima dos novatos que ainda não chegaram a esse patamar de desenvolvimento noble.


A nobreza e o cavalheirismo são valores prezados, embora, na maior parte dos casos, sejam incutidos até mesmo dentro da própria casa. Não aceitar desenvolver o mínimo da cortesia e companheirismo que os vermelhos significa praticamente a sumária expulsão dos círculos sociais internos à casa e a garantida implicância por partes de todos os demais nobleanos – pois, sim, eles são implicantes com o que não aprovam. Apesar de não serem corruptos, têm experiência em corromper aos outros, o que fazem sem nem precisar pensar.


Mas nem só de flores vivem os nobles. A maior parte da população vermelha é conhecida pela dificuldade em encarar com seriedade as adversidades, normalmente pecando nesse aspecto e acabando por tirar sarro primeiro e perguntar que houve depois. Ciumentos demais ou desapegados demais, variam muito entre extremos, e a vários têm histórico de problemas psicológicos ou tendência a desenvolvê-los, até mesmo com gravidade relativa alta. Exigentes em alguns pontos, não lidam bem com a decepção, e explodem com facilidade. Inquietos, dão trabalho aos professores e até mesmo aos próprios alunos.

Informações


Fundador: Bernard Huntington
Lema: "Just Noble".
Cores Oficiais: Vermelho e ouro.
Diretor responsável: Clarissa Dalloway, professora de Simbologia Mágica e árbitra de duelos.
Fantasma: Eléanore Beauchamp, uma mulher alta, loura e esguia.
Localização do Salão Comunal: Torre Norte, guardada por uma Manticora, chamado Qermez, mas apelidado de Manty.
Uniforme de Quadribol: Vermelho

Salão Comunal


Situado na Ala Norte, o Salão Comunal da Noble começa na base da Torre Norte, a leste do andar administrativo. A grande janela do salão, com sua estrutura que mais se assemelha a uma espessa parede de vidro, possibilita a vista ininterrupta para a floresta, e, se pressionarem o nariz contra o vidro, os alunos conseguem mesmo vislumbrar o cemitério e... mais floresta. O vidro, como não pode ser efetivamente aberto, pois é selado, tem raias da grossura de uma mão em seu topo e base, de modo a permitir a circulação do ar, que se fecham ou abrem se um ocupante reclama de frio ou calor.

Durante eras o salão comunal da Noble foi decorado e redecorado, para tornar-se o que é hoje: um antro de vermelho e dourado digno de um rei. As paredes junto à entrada, decoradas com um papel de parede grosso – e, suspeitam os estudantes, com feitiço de abafamento de som –, de fundo bege, com finas listras bordôs e douradas, trazem, logo acima do arco, o brasão da casa, magnânimo, saudando os ocupantes do salão. Toda a madeira usada é mogno maciço. Pufes vermelhos com costura em fios de ouro, de tecido brocado ou liso, espalham-se aleatoriamente pelo salão; lendas dizem que há mais de uma dúzia deles. Há uma lareira, com consolo de madeira, ao redor da qual se situam um sofá grande e uma poltrona – comportando no total até oito pessoas com folga –, os dois revestidos de veludo avermelhado e extremamente macio, proporcionando a quem os usa a imediata sensação de relaxamento. Mais à frente, outros dois sofás pequenos e um grande acomodam os alunos em dias mais quentes, virados para a janela em meia-lua. O maior deles é conhecido por seu temperamento forte – se estiver de mau-humor, suas almofadas se erguem ininterruptamente, como um cavelo escoiceante, até que o infeliz que o escolheu caia. Por todos os sofás espalham-se almofadas, vermelho-sangue, com o botão central de um dourado cegante, e vice-versa, encantadas com feitiço anti-chamas, devido ao péssimo costume dos nobleanos de chutá-las, sem querer, para dentro da lareira acesa. Sempre que chamuscadas, essas almofadas perseguem o agressor, enfiando-se no caminho e fazendo-o escorregar ou tropeça até que se deem por satisfeitas.

Mais à frente ainda no salão, há uma mesa grande, que comporta doze pessoas. As cadeiras são lavradas, e as almofadas revezam-se em veludo vermelho e dourado. Sob a mesa, duas grandes gavetas guardam toalhas de diversos tamanhos e padrões, inclusive toalhas de renda, com estampas de bichinhos e de piquenique, possuindo um feitiço de limpeza para evitar que sejam esquecidas encardidas ali dentro. Também quatro pequenas mesas enfeitam o salão, acompanhadas cada uma de quatro cadeiras. Quase todo o chão é coberto por tapetes, que se sobrepõem e brincam com os alunos, fazendo moverem-se os complexos padrões de linhas sinuosas, coroas e brasões, de maneira hipnótica, sempre que alguém os fita durante tempo demais. As cortinas vermelhas, de seda, possuem um forro de tecido pesado, que bloqueia a luz solar por completo, impede a passagem de vento e resfria o ambiente gradativamente. São divididas em seis seções, com os trilhos inteiriços, de modo que não é necessário fechar toda a janela para se esconder sua parte central. Em dias belos, amarras douradas seguram-nas, sem esforço, nos extremos da janela. Entre a janela e as escadas, um mural de dois metros de altura, de feltro vermelho e moldura dourada, deixa correr e piscar por sua extensão pontinhos rubros sempre que um aviso oficial é indexado.

Opostas à entrada situam-se as escadas em espiral, largas o suficiente para deixarem passar três alunos de uma vez, que sobem e dividem-se em dormitório feminino e masculino, ambos circulares, situados em níveis distintos. Ambos possuem camas individuais, que avisam ao ocupante, num sussurro educado, se porventura alguém a estiver usando. Acima das camas, como se um beliche, há um espaço para se colocar o malão e ocasionais objetos de uso diário. Sobre cada leito, uma grande colcha vermelha com o brasão nobleano vibrante estampado cobre seu ocupante, combinando com os lençóis e com o travesseiro branco. Há também, na cabeceira da cama, um pequeno armário aonde podem ser colocados os mais diversos materiais. Na frente de cada cama há um baú, no qual normalmente os alunos colocam seus materiais escolares. Ao lado direito de cada cama, um criado-mudo com três gavetas espera para ser utilizado. Os três locais de depósito de material reconhecem seu dono e gritam como alarmes se alguém tenta revirar algo ali dentro. Vez ou outra, porém, devido a sua idade, se enganam, e repelem quem os possui, ou deixam-se abrir por estranhos. Dentro deste espaço de descanso dos estudantes também pode ser observado um extenso tapete circular – encantado com um feitiço antialérgico – que cobre praticamente todo o piso de madeira, ostentando uma bela coroa, fazendo referência àquele que é o símbolo da casa.

Cada dormitório tem seu próprio banheiro. Neles, os azulejos são de um bege com leves tons áureos. Quatro pias levemente douradas, acompanhadas de espelhos, os quais possuem detalhes na cor ouro, podem ser usadas individualmente. Quatro privadas ficam escondidas sob quatro divisões, logo após as pias. Do lado oposto às privadas, quatro boxes de vidro fosco protegem os quatro chuveiros dourados, que começam a chiar e alternar a temperatura da água, chegando até mesmo a parar de fornecê-la, quando o banho passa de vinte minutos. Para os mais relaxados, duas banheiras, escondidas por cortinas foscas avermelhadas e separadas entre si por um vidro como os dos boxes, permitem um banho com temperatura e nível de água constantes, de acordo com as preferências do usuário. Para facilitar o uso, toalhas, vermelhas com alguns detalhes em dourado, sempre muito bem arrumadas, podem ser vistas durante todo o dia sobre as camas dos alunos que são os donos de tais itens, já que cada uma delas possui o nome do estudante bordado com letras de uma cor ouro realmente brilhante. Durante a noite, já que todos têm de dormir, as toalhas, magicamente, deixam o leito dos alunos e ficam guardadas na cabeceira de cama de cada um. Na manhã seguinte, retornam para as camas, e assim se forma um ciclo contínuo e diário.

Qermez

A estatua que guarda a entrada do Salão Comunal da Noble é uma criaturinha extremamente temperamental. Seu humor pode variar de ótimo para trasgo em questões de segundos, então é sempre bom ter cuidado ao falar com ela. Quando está feliz, Qermez cantarola sua música celta preferida; quando está emo, ele não deixa os alunos entrarem (só para ter companhia); quando está nervoso, solta espinhos da sua cauda (não são perigosos, mas sempre assusta os alunos); e por aí vai. Duas regras são importantes ao se aproximar dele: NUNCA esqueça o seu nome e NUNCA o chame de Manty. E não tente enganá-lo, Qermez conhece todos os alunos da Noble.

Antigos Professores-Chefes

  • Kathy Kour
De longe a diretora que mais marcou Beauxbatons. Conhecida por sua benevolência, não afrouxou seu pulso e concedeu à Beauxbatons uma das melhores fases de sua história. Na época, era também encarregada de controlar os bravos Nobles.
  • Alice Latour
Chefe da Noble durante longo tempo, foi uma das maiores líder da casa vermelha. Deu início a uma das gerações mais vencedoras da casa, com Richard White, Jéssica e Susany Grovey, Tiago Schrewder, Abigail Rotschild e Gregory Pippermind. Foi uma chefe muita séria com respeito à casa e seus alunos, embora os ajudasse muito e enfrentar outros chefes para defender seus pupilos, não era de passar a mão da cabeça para os seus erros. Séria e muito respeitada, era exemplo até para alunos de outras casas. Lecionava DCAT.
Player: Carol POA
  • Atena Vega
Após a saída de Alice Latour, Atena Vega assumiu o comando da Noble. Professora Itens Mágicos, seguiu fazendo um ótimo trabalho na casa vermelha e dourada. Após a morte do marido, decidiu largar Beauxbatons e voltar para casa, para junto dos filhos. Atena ainda é lembrada como “matriarca da Noble”, apelido que os vermelhos utilizam com carinho e saudosismo. Além de ser chefa de casa e lecionar, também esteve a frente da Sonorus por bastante tempo, sendo a segunda redatora-chefa da revista. Lembrada até por outras casas, como a Persévérer (que numa invasão ao salão comunal da Noble, roubaram uma calcinha de Atena), visto que participou da época áurea em que a disputa das casas vermelha e cinza estava no auge.
Player: Rezinha
  • Laura Kilmer
Também faz parte de uma antiga coleção de figurinhas de Beauxbatons. A ex-professora chefa é lembrada por ser um tantinho estabanada. Lecionava Runas Antigas.
Player: Felipe
  • Andrzej Vidor
Colher informações.
Player: Biel
  • Flavian Lucchesi Schreider
Não é oficial, mas corre na boca miúda que o ex-professor da Noble adorava uma bagunça com os alunos, além de ser bastante mulherengo. Também esteve a frente da redação da sonorus, tendo sido o 5º Redator-Chefe.
Player: Luan
  • Piotr Leszek
Um aluno que prefere manter seu anonimato deu o segundo depoimento sobre Piotr: “Era um chefe rígido, mas gostava bastante dos alunos. Meio que era a favor que eles seguissem as regras, no discurso. Por dentro, ele gostava que os alunos se aventurassem, mas odiava quando eles eram inconseqüentes e deixavam ele descobrir. Ele meio que incentivava os alunos a quebrarem as regras, desde que fosse por debaixo dos panos, para a casa não perder pontos, hehe. Ele era competitivo e adorava ajudar os alunos que estavam precisando.”
Player: Thaís
  • Blake Starks
Um professor que fazia sucesso com as menininhas de Beauxbatons. Criado na roça, foi o responsável por dar à Noble a fama de casa caipira, sôr. Era professor de TCM. Mas nem todo são flores em sua vida. Esteve envolvido na confusão do roubo dos artefatos dos fundadores, não diretamente, é claro, mas ajudou Lorraine Wyatt a queimar os diários de Marco Polo (por quem nutria intenso desafeto), o que o tornava, ligado à maluquice. Fugiu num cavalo alado e desde então não se tem notícias do mesmo.”
Player: Vini
  • Elisabeth Buckle
Atual professora de Transfiguração, ninguém sabe dizer quando a véia (apelido dado pelos nobles) passou a lecionar em Beauxbatons. As más línguas chegam a dizer que a senhora está na Academia muito antes da mesma ser fundada, haha. Segundo um arquivo que consegui afanar ela é “obstinada, teimosa, futriqueira, leal, excepcionalmente corajosa e briguenta, mas de modos polidos e discretos. Conservadora, mas com grande entendimento sobre seus alunos; de perfil sério, mas sempre de bem com a própria velhice.” Os vermelhos nutrem intenso carinho e respeito pela professora, que comumente é vista com seus vestidinhos floridos, bengala e, é claro, seus três gatos-malhados-espiões, que muitos dizem ser de outro mundo. Buckle foi a professora chefa que mais durou no cargo e constantemente realizava provas que visavam provar a coragem e honra de seus alunos.”
Player: Vini
  • Margrét Ekberg Lundgren
Trecho de uma antiga reportagem da Sonorus que sobre Margét: “Mesmo com tanta agitação, conseguiu formar-se obtendo um desempenho invejável no ASPIC. Desde os tempos de menina fora apaixonada por poções, a ponto de não hesitar um segundo sequer quanto a escolha de uma profissão... optaria por aprofundar os estudos no ramo que, para ela, era o mais fascinante de toda magia. Não obstante, Margrét dedica muito tempo a sua paixão até o presente; Falando em paixão, talvez seja por estar sempre entretida com assuntos teóricos e novos experimentos que ela nunca tenha se interessado realmente por algum indivíduo do sexo masculino, a ponto de casar e constituir família, mais precisamente.” Obviamente que lecionava poções em Beauxbatons.
Player: Franci
  • Marcelo Pimmano
Ainda visto pelo Castelo, o antigo professor de Adivinhação da instituição e um chefe da Noble muito marcante, é conhecido pelo seu semblante sério e seu jeito diferente. Há rumores de que o italiano tenha negócios escusos em sua Itália, mas não foi encontrado nada que comprovasse essa teoria. O Professor-Chefe foi muito querido pelos alunos da casa vermelha, que decidiram causar um reboliço quando este deixou o cargo. Sua história como professor-chefe também é marcada pelo seu envolvimento com uma antiga aluna e monitora-chefe, atual inspetora, com a qual ele continua junto. Muito respeitado e obedecido pelos alunos, foi ele quem indicou um substituto capaz de acalmar a rebeldia e o espírito revolucionário dos vermelhos.
Player: Lete
  • Valentine Lynch
Valentine Lynch teve uma chefia relâmpago. Conhecida por sua dupla personalidade, seu envolvimento com o antigo professor de Beauxbatons Dyllan Balckwell com quem teve um filho, ela foi indicada para substituir o professor Marcelo Pimmano. Porém seu histórico de chefia em outras casas como Juste e Perseverer, duas grandes rivais da Noble e sua aparência bastante diferente da do professora anterior, fizeram com que os alunos vermelhos se rebelassem contra ela assim que esta assumiu o cargo, inclusive influenciados pela monitora da Noble na época, Rachel Mcdevitt. Por isso, não durou muito na liderança da casa e foi substituída imediatamente.
Player: Emmy
Primeiro (e até então único) professor-chefe oriental da Noble, chegou na época em que esta estava lotava de gente de olho puxadinho. Era muito reservado no tocante a seu passado, sabe-se que é muito amigo de Pimmano, antigo chefe e dizem os boatos que faziam parte da Máfia juntos. No ano em que virou chefe da casa, liderou a ferrenha disputa contra a Juste, culminando, no fim das contas, em vitória para a casa vermelha. Saiu da escola logo ao fim do ano letivo, alguns dizem que para cuidar de uma filha que ele até então desconhecia ter. Era apelidado por alguns alunos (e até mesmo por Clarissa Dalloway) de chinesinho.
Player: Eva
Atual professora-chefa da Noble, é amicíssima de Elisabeth Buckle, as duas estudaram juntas, em Beauxbatons, há 93398939838 anos atrás. Assumiu a cadeira de Simbologia Mágica e um ano depois tornou-se professora-chefa, com a saída de Hayato. Não possui uma boa fama entre os alunos da Academia, que sempre se referem à Clarissa como tirana e folgada. No entanto, apesar de manter essa pose de carrasca, Clarissa é muito justa e sempre disposta a ajudar os alunos (desde que isso não a canse fisicamente). É uma Noble de coração e nunca escondeu sua predileção pela casa, vestindo a camisa vermelha de fato. É conhecida pelo seu famoso bordão "jovens guerreiros", com o qual chama os alunos, toda vez que pode.
Player: Loehz

Alunos Importantes


Ver também